Valkyria

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Os cognatos do inglês antigo wælcyrge e wælcyrie surgem em vários manuscritos antigos ingleses, e estudiosos têm explorado a possibilidade de os termos aparecerem a inglês antigo por influência nórdica, ou por refletir uma tradição também nativa entre os pagãos anglo-saxões. Teorias acadêmicas têm sido elaboradas propondo uma relação entre as valquírias, as nornas, as dísir, as seiðkona e as donzelas escudeiras, no qual todas menos as últimas são descritas como figuras sobrenaturais associadas com o destino. Escavações arqueológicas por toda a Escandinávia revelaram amuletos de teoricamente representam as valquírias. Na cultura moderna, valquírias têm sido objeto de obras de arte, obras musicais, videojogos e poesia.r onde entravam os heróis derrotados para que as guerreiras os curassem, deleitando-se com a sua beleza e onde também "serviam hidromel e cuidavam da louça de barro e vasilhas para beber". Estas surgem também como amantes de heróis e outros mortais, em que, por vezes, são descritas como filhas da realeza, ocasionalmente acompanhadas por corvos, e de vez em quando incorporadas a cisnes ou cavalos.

Parece, no entanto, que não existia uma distinção muito clara entre as valquírias e nornas. De facto, Skuld é tanto uma valquíria como uma norna e em Darraðarljóð (líneas 1-52), as valquírias tecem as redes da guerra.

As valquírias são mencionadas em Edda em verso, um livro de poemas compilado no século XIII a partir de fontes históricas; a Edda em prosa e Heimskringla (de Snorri Sturluson), e na saga de Njáls, uma saga islandesa, todas escritas no século XIII. As valquírias surgem em toda a poesia escáldica, no encanto do século XIV, e em várias inscrições rúnicas. Segundo a Edda em prosa (Gylfaginning 35), "Odin nomeia valquírias para todas as batalhas. Estas atribuem a morte aos homens e comandam a vitória. Gunnr e Róta [duas valquírias] e a norna mais jovem, chamada Skuld, sempre cavalgavam para eleger quem deveria morrer e para chefiar as matanças.

Outrossim, a liberdade poética permitiu que o termo 'valquíria' se aplicasse também a mulheres mortais na poesia nórdica antiga, ou transcrevendo Skáldskaparmál de Snorri Sturluson no que diz respeito à utilização de vários termos empregues para caracterizar as mulheres, 'as mulheres são também chamadas metaforicamente pelos nomes das Ásynjur ou das valquírias, ou ainda das nornas.'

Os cognatos do inglês antigo wælcyrge e wælcyrie surgem em vários manuscritos antigos ingleses, e estudiosos têm explorado a possibilidade de os termos aparecerem a inglês antigo por influência nórdica, ou por refletir uma tradição também nativa entre os pagãos anglo-saxões. Teorias académicas têm sido elaboradas propondo uma relação entre as valquírias, as nornas, as dísir, as seiðkona e as donzelas escudeiras, no qual todas menos as últimas são descritas como figuras sobrenaturais associadas com o destino. Escavações arqueológicas por toda a Escandinávia revelaram amuletos de teoricamente representam as valquírias. Na cultura moderna, valquírias têm sido objeto de obras de arte, obras musicais, videojogos e poesia.

“(...) a figura da Valquíria: ela é matadora de homens – em qualidade de mensageira de Odin, é bem verdade, e de executante das suas sentenças – mas é, ao mesmo tempo, uma sedutora: não há quem resista aos seus encantos propriamente mágicos”. — Régis Boyer, Mulheres viris.

Etimologia

A palavra valquíria deriva do nórdico antigo valkyrja (plural valkyrjur), que é composta por duas palavras; o substantivo valr (que se refere aos mortos em batalha) e o verbo kjósa (que significa "escolher"). Juntos, significam "escolher os mortos". O nórdico antigo valkyrja é um cognato do inglês antigo wælcyrge. Outros termos para valquírias incluem óskmey (nórdico antigo "serva desejada"), surgem no poema Oddrúnargrátr e Óðins meyjar (nórdico antigo "serva de Odin"), aparece em Nafnaþulur. Óskmey talvez esteja relacionado com o nome de Odin Óski (nórdico antigo, que significa aprox. "desejo do ocumpridor"), referindo-se ao facto de Odin acolher guerreiros mortos em Valhalla.

Manuscritos

As valquírias são mencionadas ou descritas em várias fontes mitológicas da Escandinávia Medieval, especialmente em poemas éddicos como Hárbarðsljóð, Helgakviða I, II e III, e Grotassöngr; poemas escáldicos como Hákonarmál; poemas éddico-escáldicos como Darraðarljóð; e sagas lendárias como são exemplo Völsunga saga e Hjálmþés saga ok Ölvis, dos quais os historiadores das religiões germânicas ou eslavas dispõem e cujo vasto referencial culturalista permite o atual entendimento das motivações sociais e históricas na formação destes modelos míticos marciais — as valquírias.

Edda em verso

As valquírias são mencionadas nos poemas da Edda poética: Völuspá, Grímnismál, Völundarkviða, Helgakviða Hjörvarðssonar, Helgakviða Hundingsbana I, Helgakviða Hundingsbana II e Sigrdrífumál.

Völuspá e Grímnismál

Na trigésima estrofe do poema Völuspá, é descrito que uma völva (uma viandante profetisa da sociedade germânica) informa a Odin ter visto valquírias vindo dos mais longínquos lugares prontas para cavalgar com os seus fogosos corceis "as fileiras dos deuses" em direção ao povo dos Godos. A völva adianta-se com a enumeração de um elenco de seis valquírias, cujos nomes são Skuld (nórdico antigo, termo que possivelmente significa "débito" ou "futuro") que segura um escudo, Skögul ("shaker") outro, Gunnr ("guerra"), Hildr ("batalha"), Göndul ("bastão mágico") e Geirskögul ("lança-Skögul"). A völva revela a Odin que tem já listadas as donzelas de Herjan, "valquírias prontas para cavalgar sobre a terra.".

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